Os cientistas usaram rolos planos em zig-zag com um quadro de três dimensões, além de um triângulo isósceles conectado ao modelo zig-zag. Esta superfície triangular trabalha com solas para os pés do robô a fim de torná-lo ábil a caminhar com estabilidade, particularmente quando levanta uma das pernas.
Mas, mais do que um ajuste estético somente para robôs, a experiência japonesa pode trazer uma vantagem para quem possui prótese nas pernas. A nova tecnologia, se aplicada no campo da medicina, pode proporcionar grandes benefícios para quem deseja até mesmo praticar esportes e ter uma vida mais saudável.
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