(Foto: Reprodução)
Mesmo parecendo um experimento sem muito propósito, os motivos para celebrar são muitos. Isso porque o objetivo deste estudo é chegar a um patamar de conseguir substituir partes do tecido cerebral que possam vir a ser danificado seja por conta de algum acidente com veículos ou até mesmo um AVC. Outra possibilidade de utilização dessa técnica é em relação a melhoria da “saúde” cerebral e restaurar os processos de aprendizagem que, com o tempo, vão sendo perdidos.
Apesar das boas perspectivas, existem riscos na implementação dessa tecnologia. Uma vertente que não podemos deixar de abordar é em relação ao ponto limite em que esse experimento pode ser utilizado, pois tal conhecimento em mãos de pessoas mal intencionadas é algo realmente assustador.
Buscando enxergar apenas os benefícios dessa conquista, as pessoas que possuem alguma sequela em decorrência de algum acidente, que afetou o tecido cerebral, já pode alimentar as esperanças de que em alguns anos a reabilitação possa ser completa.
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