Plataforma de lançamento de 30 metros de altura fica na zona de Tongchang-Ri
A Coreia do Norte parece estar perto de inaugurar uma segunda base de lançamento de mísseis no norte do país, segundo imagens de satélite divulgadas nesta quinta-feira pela imprensa sul-coreana.As fotos do site americano Global Security, tiradas no dia 10 de janeiro de 2011 e divulgadas pela televisão pública KBS, mostram uma plataforma de lançamento de 30 metros de altura na zona de Tongchang-Ri, não muito distante da fronteira com a China.As instalações parecem mais modernas que as já existentes no Exército norte-coreano em Musudan-Ri, no litoral oriental, e sua localização no centro-norte do país dificultaria um eventual ataque. No entanto, o governo sul-coreano declarou nesta quinta-feira que não detectou sinais de um iminente lançamento de um projétil, como fez Coreia do Norte em abril de 2009 na então única base em Musudan-Ri."Antes de disparar um míssil tem que haver movimentos específicos, e não se detectaram sinais incomuns", indicou à agência local Yonhap uma fonte governamental sul-coreana. Por sua parte, Seul não confirmou se a plataforma de lançamento, que começou a ser construída há uma década, esteja concluída ou pronta para uso.
Imagens de satélite mostram o andamento da construção, de 2002 a 2008 (Foto: Globalsecurity.org/DigitalGlobe/GeoEye)
E a evolução de 2009 a 2011 (Foto: Globalsecurity.org/DigitalGlobe/GeoEye)Tecnologia - Coreia do Norte testou sem sucesso em 2006 e 2009 seu míssil Taepodong-2, com um suposto alcance de 6.700 quilômetros, capaz de chegar ao Alasca, embora acredita-se que sua tecnologia ainda não lhe permite carregar uma ogiva nuclear.As informações sobre a plataforma norte-coreana de mísseis chegam um dia depois do diretor nacional de Inteligência dos Estados Unidos, James Clapper, advertir que o programa nuclear e de mísseis supõe uma grande ameaça, não só regional.(Com agência EFE)
Imagens de satélite mostram o andamento da construção, de 2002 a 2008 (Foto: Globalsecurity.org/DigitalGlobe/GeoEye)
E a evolução de 2009 a 2011 (Foto: Globalsecurity.org/DigitalGlobe/GeoEye)
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